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SZA 014 – Carnaval, um pouquinho de Basquete e Super Bowl 52: FLY EAGLES, FLY!

Minna-san, konnichi wa! No meio do Carnaval, venho cá trazer a SHINZENNA ALEATÓRIA 014, e é lógico e evidente que venho falar um pouco de Super Bowl, afinal, o evento (sim, não é apenas um jogo, é de fato um evento!) ocorreu no dia 04/02 e eu havia prometido que viria aqui falar um pouco sobre isto, ainda mais depois do resultado…\o/
Aproveitarei o post para falar um pouquinho de basquete, só um pouquinho mesmo. xD

 


Antes de qualquer coisa e com esta imagem sensacional, dou os parabéns ao Philadelphia Eagles! Fly Eagles, Fly!! O novo campeão do Super Bowl!!! Depois de quase 60 anos, os Eagles finalmente voltam a vencer um campeonato da NFL. E não creio que alguém negue que foi totalmente merecido. A minha torcida a favor dos Eagles e contra os Patriots era também para dar um nova equilibrada à NFL. É claro que o fato de eu não gostar dos Patriots (muito também pelo fato de ser o time modinha desta década e da anterior) contribui para eu torcer contra, mas há vários anos a AFC está sendo amplamente dominada pelos Patriots, o que é bem ruim para a Liga. Sempre chegando a finais de Conferência e Super Bowls e ganhando a maioria dos Super Bowls que disputou de 2000 para cá (eram 5 em 7, agora são 5 em 8), os Patriots nas últimas 4 temporadas chegaram a 3 Super Bowls, todos contra times diferentes, ganhando 2 deles. Além disto, de 2001 para cá, os Patriots só não foram campeões de sua divisão, a AFC East em duas ocasiões. Ou seja, Miami Dolphins, Buffalo Bills e N.Y.Jets não estão fazendo sombra para os Patriots há muito tempo, e fica claro que a NFC está muito mais equilibrada. Está certo que antes dos anos 2000, os Patriots nunca haviam ganhado nada e haviam chegado em 2 Super Bowls, mas os Patriots foram criados em 1959, enquanto a franquia mais antiga da NFL, criada antes de 1920, só chegou uma vez ao Super Bowl e perdeu, e ainda temos várias franquias que sequer chegaram ao Super Bowl, ou seja, o equilíbrio é bom e pede passagem…

 


E o Philadelphia Eagles foi merecedor do título. Conforme post anterior, eu disse que achava necessário que os Eagles fizessem pelo menos 31 pontos para talvez ganhar dos Patriots, além de neutralizarem o máximo possível Tom Brady e seu ataque. 31 pontos ainda seria bem pouco, pois como os ataques de ambos os times atropelaram as defesas adversárias (tanto que este Super Bowl bateu vários recordes neste aspecto), mesmo os 38 pontos feitos pelos Eagles até a penúltima campanha ofensiva, não daria o título às Águias.
Exceto por um ou dois lances que fiquei meio bolado, o “Philly” foi um time agressivo, intenso durante o jogo todo (diferentemente dos Falcons em 2017…u_u), que não se intimidou perante Tom Brady, um time que foi audaz e ousado quando foi mais necessário (um espelho de seu técnico, Doug Pederson), e que cuja defesa neutralizou Tom Brady na hora certa, na chamada “Hora H”, fazendo um sack, forçando um fumble e recuperando a bola, para uma última campanha ofensiva que resultou num Field & Goal e determinou o resultado final da partida: 41 a 33. Com isto, a 1m05s para o fim, Tom Brady precisava (sem poder pedir tempo e parar o relógio) liderar os Patriots e percorrer 90 jardas para fazer um Touchdown e uma conversão de 2 pontos para levar o jogo para a prorrogação. Ainda bem que desta vez não deu… =)
Para quem quiser assistir, deixo aqui 3 links:
– História completa do Super Bowl 52, com áudios de jogadores, técnicos e árbitros conversando durante a partida, estratégias dos times sendo conversadas e postas em prática, etc.. Algo como se você estivesse dentro do campo.

 

O técnico dos Eagles, o time como um todo, e especialmente Nick Foles, o MVP (jogador mais valioso) do Super Bowl com uma recepção para Touchdown no jogo (1º QB a fazer isto num Super Bowl!!!), não amarelaram e fizeram história, escrevendo seus nomes na história do Philadelphia Eagles também, franquia cujos fãs são dos mais apaixonados dentro da NFL, e que mereciam muito muito muito este título, por toda a caminhada, que foi bastante tortuosa, com lesões de jogadores para tudo quanto é lado. Um time que precisou se superar, especialmente depois de perder seu principal jogador, o QB Carson Wentz, que se lesionou no 13º jogo da temporada regular, já praticamente às vésperas dos Playoffs. Uma torcida que teve sua revanche, pois em 2005 chegaram ao Super Bowl e perderam justamente para os Patriots, e hoje pode finalmente saborear este título tão importante para a franquia. Abaixo o link com um pequeno vídeo do MVP Nick Foles com ênfase no lance em que ele recebe para Touchdown e faz história: http://www.quintoquartobr.com/nfl/nick-foles-pediu-philly-special-na-jogada-em-que-recebeu-para-td-no-super-bowl/
Parabéns mais uma vez, Philadelphia Eagles! FLY EAGLES, FLY!!

 

 

Em paralelo ao Super Bowl e em meio ao Carnaval que já era vivido por aqui, o NBB 2017-2018 continuava com seus jogos. E dois dias após o Super Bowl, vindo de vitória fora de casa contra um de seus adversários diretos na tabela, o Botafogo recebeu o Solar Cearense para um jogo de basquete muitíssimo equilibrado, emocionante, e para cardíaco nenhum botar defeito.


Olhando para o placar acima, qualquer um pensaria inicialmente que o jogo foi relativamente fácil, mas justamente depois que tirei esta foto, o placar travou. E após a resolução do problema, com o Botafogo perdendo o ritmo, o Solar Cearense voltou com tudo! Um final dramático nos esperava, jogo decidido nos últimos segundos, e foi tão dramático que nem tirei foto do resultado final: Botafogo 70 x 68 Solar Cearense! Apenas pensava na felicidade de “finalmente ver uma nova vitória em casa depois de algum tempo”… O time vinha jogando vários jogos bons em casa, mas pecava em detalhes mínimos e acabava deixando a vitória escapar por entre os dedos… Mas neste a sorte sorriu para nós. =)

Um respiro de 2 dias para na quinta-feira (08/02) enfrentarmos o forte time do Vitória (Universo/Vitória), mais uma vez jogando em casa. Apesar do equilíbrio no 1º quarto, saímos em desvantagem por 18 x 23. Mas no 2º quarto, tudo, exatamente TUDO, mudou! Fizemos o nosso melhor quarto no NBB, defesa compacta e muito atenta, rebotes, contra-ataques eficientes, bolas de três… resultado: 29 x 8! Fechamos o primeiro tempo com vantagem de 16 pontos!! Parecia um sonho, mas como botafoguense é um torcedor acostumado a sofrer, ainda mais depois do jogo de terça passada, não havia nada o que comemorar enquanto o jogo não acabasse, por isto nem tirei foto dos 47 x 31… Segundo tempo/3º quarto começa e tome aplausos e incentivos para os caras, além de vaias para o Vitória para desestabilizar ainda mais os baianos do Leão. Deu certo, e Tatum finalmente e novamente acertou a mão, 7 bolas de 3 no total, lances livres, bolas de 2, ele foi O cara! Tatum foi o cestinha da partida (32 pontos), contribuindo com quase um terço dos pontos do Fogão, que pela primeira vez no NBB chegou aos 80 pontos e ainda fez bem mais: 94 pontos!! Além da 3ª vitória consecutiva e boa subida na tabela. Para nós, um jogo inesquecível por tantos fatores.

 

Aqui deixo um vídeo feito pela Botafogo TV, em que além dos vários bons lances de nosso time na partida, eu apareço em 2 momentos na arquibancada, vibrando e cantando junto à torcida, comemorando esta expressiva e marcante vitória do Glorioso! Além de entrevista do técnico e de alguns jogadores, como Coimbra, que veio justamente do Vitória, jogador de muita raça e que incorporou rapidamente o espírito da “cachorrada”! =D

https://www.youtube.com/watch?v=RfqPi0LqDnE -> na nossa 1ª vitória em casa, lá em 18/11/2017, eu também apareci no vídeo feito pela Botafogo TV. Assim como o antigo Wally, descubram se puderem “onde aparece o Senna?” nestes vídeos…kkk

 

Bom resto de Carnaval a todos, amanhã estarei jogando Nintendo 64 com alguns de meus amigos otakus-BR: @Lucas (o procrastinador-mor e preguiçoso-mor também…u_u), @Daisuke e @Ronim (o anfitrião da jogatina e Sessões Pipocas). E quarta já é dia de trabalho (não exatamente no trabalho, mas eu não estarei à toa…), portanto, “let’s go go go” afazeres, pois o tempo urge.

 

 

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SZA 013 – NFL e Super Bowl 52 chegando…

Minna-san, konban wa! Nesta SHINZENNA ALEATÓRIA 013, não venho falar de boliche, afinal, se procurarem uma tradução para Super Bowl, é mais fácil acharem “Super Tijela” ou “Super Boliche” do que o real significado. Super Bowl é um jogo entre os campeões das duas Conferências da NFL (National Footbal League), o campeonato nacional dos Estados Unidos do chamado “Futebol Americano”, que decide quem é o campeão da temporada da Liga. E hoje é disto que venho falar um pouco aqui, das minhas últimas semanas em relação à NFL, deixar umas opiniões, expectativas, decepções e SPOILERS (para quem ainda não viu a temporada 2017-2018 e ainda [talvez] vai ver…).
Quem é fã da NFL, é só se “aprochegar”. E quem não é fã, pode vir a ser. =D

 

Em primeiro lugar, meus times “morreram” e não participarão do Super Bowl, mas um deles jogou muito bem até os playoffs, saindo de maneira honrosa da batalha nas semi-finais da Conferência. O outro time começou bem, mas o quarterback(QB) (algo como o camisa 10 no nosso futebol) não conseguiu manter atuações regulares para levar o time aos playoffs…
A “tragédia” maior com certeza ocorreu no antepenúltimo jogo do meu time principal (o que mais torço dentro de toda a liga) dentro da temporada regular, o Oakland Raiders (e é apenas um acaso ele ser alvinegro também…rs). O time perdia, jogando em casa, por 20 a 17 para os Dallas Cowboys. Faltando pouco mais de 30 segundos para acabar o jogo, Derek Carr (o nosso QB) avançou para um first down em “3ª descida para 3 jardas” (nem era a 4ª e derradeira descida ainda…), e em vez de sair do campo para concretizar a jogada, pausar o relógio e ir para pelo menos um Field & Goal que empataria o jogo e o levaria para a prorrogação, ele simplesmente foi egoísta tentando marcar um Touchdown, mas levou um tackle e soltou a bola, assim jogando o esforço de todo o time no lixo! E o jogo morreu por aí… Esta derrota, custou uma briga por vaga nos playoffs, e após isto o time perdeu as últimas duas partidas encerrando a temporada de maneira melancólica, especialmente para um time que havia conseguido vencer os 3 primeiros jogos da temporada… Como comentou em inglês uma mulher chamada Cynthia Villegas no YouTube, “the first down was right there, but he HAD to be selfish and go for the touchdown” (tradução: “o first down estava bem ali, mas ele tinha que ser egoísta e ir para o touchdown”)… Eu xinguei muito o Derek Carr, só não mais do que xinguei o QB dos Jaguars na final da AFC…

 

Bem, para quem se interessar possa, e queira entender melhor o jogo e dar uma olhada em algumas das coisas que já falei e falarei, deixo o link aqui da wiki em pt-br que explica bem como funciona o jogo:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Futebol_americano
Do fim de dezembro até sábado passado (20/01), entre outras coisas (trabalho, resoluções de coisas particulares, viagem a SP adiada, etc.), fiz uma maratona quase insana assistindo todos os melhores momentos de toda a temporada regular da NFL (que ocorre de setembro a dezembro). Depois de muitos e muitos jogos, acabada a temporada regular, o meu outro time, o New Orleans Saints, foi o campeão da sua divisão (NFC Sul), a mais forte de toda a NFL em 2017, e seguiu para os playoffs automaticamente. Na NFC Sul, outras duas equipes também se classificaram: o Carolina Panthers (do QB Cam Newton, que eu gosto muuuito e acabo torcendo para os Panthers só por causa dele) e o Atlanta Falcons (do QB “amarelão” Matt Ryan…).

 


A formação do “mata-mata” da NFL é meio estranha, mas relativamente fácil de entender. Eu mesmo não entendia muito bem até ano passado… Os classificados são os campeões de cada divisão mais os 2 melhores times da Conferência que NÃO ganharam sua divisão. Por isto que a NFC Sul em 2017 foi a divisão mais forte, classificou 3 dos 4 times para os playoffs, o que não é tão difícil de acontecer, dado o modelo de disputa da NFL, mas também não é todo ano que acontece.
Os playoffs têm 3 fases antes do Super Bowl: quartas-de-finais (que eles chamam de “Wild Card”), semi-finais de conferência (que eles chamam de “Divisional Round”) e as finais das conferências AFC e NFC, que levam os campeões ao Super Bowl. As conferências chamam-se: American Footbal Conference e National Footbal Conference, e cada uma contém 4 divisões cada com 4 times cada, ou seja, 16 times em cada Conferência disputam 6 vagas nos playoffs durante a temporada regular.

 

Na temporada 2017-2018, alguns times que eu gosto e/ou torço passaram para os playoffs, outros não…
No Wild Card Weekend, tivemos o Tennessee Titans, que eu torço, enfrentando o Kansas City Chiefs, campeão da AFC Oeste, onde joga o meu Oakland Raiders; o Buffalo Bills (time que eu tenho leve simpatia) enfrentando o Jacksonville Jaguars; o Atlanta Falcons (do QB amarelão) enfrentando o L.A.Rams; e o Carolina Panthers contra o New Orleans Saints.
Antes de qualquer outra coisa, explicar porque estou adjetivando Matt Ryan (QB dos Falcons) como amarelão: leiam a história do Super Bowl do ano passado, o 51, bem contada neste link a seguir: http://endzonebrasil.com.br/2017/02/historico-patriots-viram-o-jogo-de-forma-epica-e-conquistam-o-super-bowl-51/ . Feito isto você deve estar pensando que assim como neste site, a história do jogo contada em muitos outros deve ser bem parecida, certo? Sim, foi mesmo. Tem no site dO Globo, no El Hombre e no site da ESPN, que transmite o Super Bowl aqui no Brasil (links a seguir):
https://oglobo.globo.com/esportes/patriots-conseguem-virada-historica-sobre-falcons-vencem-super-bowl-20879472
https://www.elhombre.com.br/por-que-o-super-bowl-51-foi-o-melhor-da-historia-e-transformou-tom-brady-numa-lenda/
http://www.espn.com.br/noticia/668718_epico-patriots-conseguem-virada-inacreditavel-e-vencem-o-super-bowl-li

Todos sabemos (quem é fã da NFL há alguns anos) que, além de ser casado com a nossa Gisele Bündchen, Tom Brady, o QB do New England Patriots, já era uma lenda da NFL antes do Super Bowl 51. E os sites contam a história do Super Bowl 51 como se ele tivesse sido o responsável direto pela virada histórica daquele jogo. O problema é que para quem não viu o jogo e lê estas matérias, não sabe que após estar vencendo por um “caminhão” de jardas, Matt Ryan amarelou e não amassou o N.E.P. como se deve fazer. É sabido que num dia como aquele, em que Tom Brady e seu time não estavam tão bem no primeiro tempo e ainda tiveram um touchdown contra si no 3º quarto, não se pode dar brechas, não se pode dar chance alguma a Tom Brady e o New England. Você tem que continuar a amassá-los até que não reste tempo algum de jogo! E não foi o que Matt Ryan fez… Ele sentou na vantagem de 25 pontos e não mais lançou a bola, fazendo o ataque dos Falcons (o melhor da NFL 2016-2017) persistir em inúteis jogadas terrestres, que não davam tão certo contra a melhor defesa da NFL 2016-2017… Ou seja, um bundão que persistiu no erro até o fim e não confiou no seu próprio braço para liquidar a partida, e viu a maior chance de ser campeão do Super Bowl escapar por culpa dele mesmo. Esta é a minha visão daquele jogo. Matt Ryan foi pretensioso e amarelou, e por isto, e SÓ por isto, o N.E.P. e Tom Brady ganharam o Super Bowl 51. É claro que Tom Brady e todo o time do New England têm mérito, mas esta derrota dos Falcons se deve MUUUITO ao fato de Matt Ryan ter amarelado perante uma lenda, fortalecendo-a ainda mais, em vez de ele mesmo começar a tentar se tornar uma…

 

Aproveitando o preâmbulo do parágrafo anterior, dizer que este ano temos um novo amarelão! Já está ficando chato isto… está virando rotina… os caras aumentam as estatísticas de Tom Brady e ele se torna maior ainda do que já é, a cada temporada, a cada playoff, a cada final de conferência que passa…
Mas então, voltando ao Wild Card Weekend, na AFC os Titans passaram pelos Chiefs com um resultado muito apertado e surpreendente para mim (que esperava vitória dos Chiefs), e logo depois tiveram que encarar a lenda Tom Brady no Divisional Round. Aí deu a lógica mesmo, o N.E.P. amassou os Titans e foi a mais uma final de Conferência.
Do outro lado os “Búfalos” enfrentaram os “Jaguares”, que tinham a 3ª melhor defesa da NFL, e por isto mesmo não tiveram chances: Jaguars no Divisional contra o Pittsburgh Steelers. Aqui um jogo muito duro e de muitos pontos, mas foi onde Blake Bortles (o QB dos Jaguars) começou a se tornar o novo amarelão da NFL. O jogo foi para lá dos 40 pontos para cada equipe (o que é difícil de ocorrer) e foi decidido a favor dos Jaguars, na minha opinião por sorte… pois a defesa dos Steelers não estava tããão bem assim e o “Big Ben” (QB dos Steelers) teve uma interceptação e um fumble retornado para touchdown, se não a coisa teria sido diferente…

 


Na NFC, o Wild Card Weekend teve os Falcons e Matt Ryan passando pelos L.A.Rams, o que não foi exatamente uma surpresa, mesmo sendo na casa dos Rams, pois era um confronto equilibrado; no outro lado um jogaço entre os companheiros de divisão Panthers e Saints. Minha torcida, logicamente era para o Saints, meu 2º time na NFL, apesar da simpatia já declarada pelos Panthers por causa do Cam Newton. Muito equilíbrio e rivalidade neste jogo vencido pelos Saints (cuja imagem acima mostra um torcedor-cosplay captado pela TV num dos jogos), e minha esperança de ver um de meus 2 times no Super Bowl seguia viva. No Divisional Round, a última que morre, a esperança, morreu…=(. Assim como Derek Carr fez muito erradamente durante a temporada, Drew Brees (QB dos Saints) apostou em jogadas terrestres em momentos cruciais, se escondendo de lançar a bola… A mais ou menos 30 segundos do fim do jogo (com 21 x 23 para o Minnesota Vikings), numa 3ª descida para UMA única jarda para alcançar o first down, o jogo terrestre não deu certo e os Saints, em vez de arriscarem tudo na 4ª descida para ganhar o jogo talvez com um touchdown ou chutar um Field & Goal mais próximo do cronômetro zerar, chutaram um Field & Goal (fazendo 24 x 23) deixando 25 segundos no placar. Tempo suficiente para um reviravolta e um touchdown dos Vikings, fazendo 24 x 29. Resultado: o coordenador ofensivo dos Saints, e especialmente Brees, que já esteve em Super Bowl, precisam aprender que mesmo com o cronômetro zerado, um jogo ainda pode ter seu resultado alterado… portanto, quanto mais perto do zero você puder deixá-lo, melhor… no futebol americano, nem sempre “o jogo acaba quando termina” como costumamos falar no nosso futebol. No outro jogo do Divisional, outro jogo duro e equilibrado, mas perante um ataque dos Falcons não tão forte como o do ano passado e uma defesa muito boa do Philadelphia Eagles, deu a lógica, o melhor time da temporada regular da NFC (Eagles) passou para enfrentar os Vikings na outra final de Conferência.

 

Finais de Conferência:
AFC -> esperando um jogo forte defensivamente da melhor defesa da NFL, vi os Jaguars parecerem “jaguares” mesmo (a nossa famosa onça-pintada) no início do jogo, dando fortes “dentadas” defensivas em Tom Brady, fazendo New England se ver obrigado a apenas chutar um Field & Goal para marcar os primeiros pontos no 1º quarto, até que no meio do 2º quarto os Jaguars fizeram 14 x 3. New England, com nova posse de bola, foi caminhando e marcou seu 1º touchdown no finzinho do 2º quarto/1º tempo. Na volta para o 2º tempo, Bortles, o novo amarelão da NFL, achou que a coisa estava sob controle, e eu do outro lado da tela também, dizendo a mim mesmo que o jogo estava sob controle… sob controle dos Patriots!!! Se um placar desvantajoso de 14 x 3 não é nada para os Patriots, especialmente depois do que aconteceu no Super Bowl do ano passado, imagine 14 x 10?… Os Jaguars deixaram de ser jaguares e se tornaram jaguatiricas…U_U. Os Jaguars parecem não ter assistido o jogo do Super Bowl do ano passado, mesmo após saber quem enfrentariam na final da AFC. Bortles não fez o dever de casa, e assim como Matt Ryan, lançava muitos passes curtos e apostava no agora inútil e ineficaz jogo terrestre (que a defesa dos Patriots conseguiu neutralizar totalmente ao longo do jogo), jogando a responsabilidade nas costas de Fournette e Yeldon, quando ele deveria lançar bolas para os recebedores… Mesmo com uma defesa muito sólida e combatendo bastante Tom Brady, fazendo sacks e dificultando muito a vida do ataque dos Patriots até o 3º quarto, o ataque dos Jaguars não ajudava. Eles chutaram apenas mais 2 Field & Goals, fazendo 20 x 10 logo nos primeiros segundos do quarto final de jogo, que ainda estava tranquilo para os Patriots (acertadamente pensava eu). Os Jaguars tinham que fazer mais e não fizeram… Fim de jogo, os Patriots marcaram mais 2 touchdowns e liquidaram a fatura.
NFC -> resumidamente foi assim: os Vikings começaram na frente fazendo um touchdown, entregaram a bola para os Eagles, e logo depois forçaram os Eagles a devolverem a bola. Na segunda campanha ofensiva, os Vikings sofreram uma interceptação com retorno para touchdown. A partir daí os Vikings não viram mais a cor da bola oval… as Águias atropelaram os Vikings, com martelo, espada, armadura, capacete e tudo! kkkk

 


Ou seja, no próximo domingo (04/02/2018) veremos o desfecho de tudo isto e posteriormente eu devo falar alguma coisa sobre o Super Bowl uns dias depois, especialmente se os Eagles ganharem, pois sim, estou torcendo contra os Patriots. =)
Já adiantando, espero que este ano as Águias da Filadélfia consigam destronar o N.E.P. e Tom Brady, mas precisarão de mais do que Matt Ryan fez no ano passado (acho que é necessário pelo menos 31 pontos para se ganhar do N.E.P., além de neutralizarem o máximo possível Brady e seu ataque)… Tom Brady é frio e não sente a pressão, e não se abala psicologicamente diante de um resultado bastante adverso. Vamos ver se Nick Foles (o QB reserva dos Eagles), que conduziu bem o time até este Super Bowl 52 (a partir do momento em que o titular Wentz se machucou), fará história, ou se vai amarelar e assim continuaremos vendo o marido da nossa Gisele tornar-se cada vez mais lendário…

 

 

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SZA 012 – Liga aqui, Liga acolá, Deuses para todo lugar; Adeus ano velho, Feliz Ano Novo! Mitsuba, saraba da…

Minna-san, konban wa!!! Este post era para ter saído na semana passada (como geralmente tem acontecido…kkk), mas a correria de final de ano não me deixou vir aqui antes… Aí juntei uns assuntos com outros que estavam na iminência de sair, para fazer um post com exatos 6 temas. E enquanto o Hiei está passeando por terras nórdicas (Feliz Ano Novo, oyabun-sama! /o/ ) e eu vou saindo para ver um jogo de basquete do Fogão, eis aqui, finalmente(!), a SHINZENNA ALEATÓRIA 012!

 


Em primeiro lugar, a velha musiquinha “Adeus ano velho, Feliz Ano Novo”, criada em 1951, tida por aí como a música mais cantada nas comemorações de entrada de um novo ano aqui no Brasil, e conhecida de quase todo mundo, toma a seguinte forma aqui no Shinzo:
“Adeus ano velho, Feliz Ano Novo;
Que tudo se realize, no ano que ‘já nasceu’;
‘O máximo de’ dinheiro no bolso;
O plano de saúde venceu…”. (LOL)
E assim damos adeus a 2017, e esperamos que 2018 seja melhor para todos os Fansubs e Fansubbers, para todas as pessoas que compartilham deste hobbie conosco (quem baixa e assiste; quem apenas dá aquela força de alguma forma; assim como quem trabalha para fazer a coisa acontecer, sejam colegas ou amigos de outros Fansubs ou pessoas que colaboram diretamente conosco, mesmo que seja com a tradução de uma plaquinha dentro de um OVA de 1 episódio), e para todo mundo de maneira geral.

 


Uns 15 a 20 dias atrás, enquanto eu soltava aqui a SZA 011, um post também saía no Hacchi Fansub. Não sabia o seu conteúdo e tampouco sobre o fato que novamente entristeceria nosso mundo fansubbístico… Mais um fansubber nos deixou para sempre, e desta vez uma revisora, o que faz a minha tristeza pessoal aumentar um pouco mais, pois era uma colega da mesma função que aqui desempenho no Shinzo…=(
Deem um pulo lá no Hacchi, no link a seguir, e leiam o post do Hijikata. Aliás, parabéns @Hijikata, o post ficou ótimo, uma bela homenagem à sua camarada. Tenho certeza que ela gostou, esteja ela onde estiver. =)
https://hacchifansub.net/2017/12/18/gintama-ep-337/
Como comentei na semana passada com a @Leili (colega da Mitsuba no Himeko Subs), pela foto deixada no post do Hacchi, que tomei a liberdade de postar aqui também para esta pequena homenagem, Mitsuba parecia ser uma menina ainda cheia de vida, novinha novinha… e aí descobri que ela mal chegou aos 20 anos…=(… coitada… lamentavelmente viveu ainda menos do que nosso amigo Cyber_Ryoga…
Um acidente de moto e aquele sorriso bonito, que revisava e nos ajudava a aumentar a qualidade dos animes no Brasil, se foi… Também perdi um camarada num acidente de moto há muito tempo… não foi nada legal, pois ele tinha um potencial enorme, já era militar e tinha mais ou menos a idade da Mitsuba. Meu choque foi tamanho que não consegui ir “vê-lo” uma última vez…
Desejo aqui um especial 2018, de recuperação e reconstrução para a família da Mitsuba, que ela possa descansar em paz, que seu coração continue batendo forte, e que de onde ela estiver possa nos abençoar com seus dons revisores para continuarmos nossos trabalhos fansubbísticos aqui no mundo terreno.

Deixo aqui para a Mitsuba, um pequeno trecho sobre o Revisor, tirado de um certo livro e enviado para mim numa troca de e-mails pelo amigo e também revisor @NIGHTWALKER:
“Nenhum dos meus colegas parece entender porque pareço tão satisfeito, eles resmungam o tempo todo, têm ambições, querem demonstrar seu orgulho e tédio. Um bom revisor não tem ambição, orgulho, nem tédio, um bom revisor é meio parecido com Deus Todo-Poderoso, está no mundo, mas não faz parte dele, é só para os domingos. O domingo é sua noite de folga. Nos domingos ele desce do pedestal e mostra a bunda para os fiéis (…). Nos outros dias ele fica nos gelados pântanos hibernais, um impecável absoluto (…). Neste mundo cotidiano, a única coisa importante é a ortografia e a pontuação, não importa qual seja a calamidade, mas se está escrita direito.”

 

E o tal Mundial de Clubes da FIFA?
No chocho torneio da FIFA de futebol masculino, que reuniu um convidado do país anfitrião (não consigo entender isto…¬¬) e os campeões continentais, deu a lógica na final: o atual campeão da Taça Libertadores da América, o Grêmio, time do nosso amigo @Nightwalker, que não foi até Abu Dhabi para ver os jogos (kkk), contra o atual bicampeão consecutivo da Liga dos Campeões da Europa, o poderoso Real Madrid. Apesar do domínio madrilenho, o jogo foi decidido por um pequeno detalhe com um placar magro de 1 x 0 para os espanhóis (agora bicampeões mundiais consecutivos também), mas jogos assim não permitem erros, e como diriam os mais velhos no mundo do futebol, “a bola pune”, e acabou punindo o Grêmio…

 

Falando em Real Madrid, rolou o sorteio do “mata-mata” da Liga dos Campeões 2017-2018 de futebol masculino, e meu amigo @Césão me mandou e-mail logo depois dizendo: “O PSG é muito azarado”. Isto porque ultimamente, depois que o PSG também passou a montar super-times, sempre que passa pela fase de grupos, nunca pega um time que podemos dizer que o PSG é o favorito no confronto, só pega pedreira logo nas oitavas, e desta vez não foi diferente, pegou de cara justamente o Real Madrid! Vai ser um confronto daqueles que muitos vão dar aquele jeitinho de ouvir ou assistir. Além deste, tivemos outros bons cruzamentos que devem dar excelentes jogos.


Deste sorteio, o que mais não gostei foi o cruzamento entre Manchester City x Basel, pois gostaria de ver o poderoso time do City, que tem o xodó brasileiro Gabriel Jesus, já pegar outro time (no papel) tão forte quanto ele nas oitavas…

 


Fim de ano não deu para fazer muita coisa, então, como já citado no post anterior, o diferencial foi realmente terminar The Strain e assistir a 1ª temporada de “Deuses Estadunidenses” com meus amigos, Mestre PuPunho de Ferro e seu irmão mais novo, entre 16 e 18/12. A série baseada na obra de Neil Gaiman (o cara por trás de SANDMAN), se tornou o nosso tapa-buraco para aquela sessão por conta de alguns fatores, e ter apenas 8 episódios com certeza foi um deles. Mas agora virou fixa, haja vista que ninguém desgostou do que viu, penso eu…
Particularmente eu achei uma boa série, mas nada espetacular a ponto de ter sido tão propagada por um monte de gente por aí e virar modinha por conta disto logo que foi lançada… Uma série muito boa, que por causa do envolvimento direto do Neil Gaiman, deve estar bem adaptada e o mais fiel possível em relação à obra original, mas nada que na minha opinião por enquanto possa se colocar no patamar de Emperor of the Sea(série sul-coreana), Demolidor (até o momento), ou mesmo a recém-finalizada The Strain…
Além disto, no último dia de 2017, comecei a assistir uma série brasileira chamada “O Caçador” (14 episódios), com Cauã Reymond e Aílton Graça, entre outros. Até agora, em 8 epis. já assistidos, muito boa a série. Tem umas coisinhas que eu fico “meio assim assim” e faço questionamentos, mas nada que abale a vontade de continuar a série. =)
E agora, que venha o Justiceiro!! /o/ =D

 


Encerrando o post, falar um pouquinho sobre o filme da Liga da Justiça, que achei bem bom, diferentemente de várias opiniões de “Marvelistas” por aí…
O filme, como já era esperado por mim, não foi excelente, mas foi muito bom diante do que se propôs e diante das minhas expectativas (não criadas) sobre ele, perdendo só um pouquinho no quesito tempo. O filme poderia (e deveria) ter tranquilamente mais uns 15/20 minutos para poder desenrolar melhor algumas coisas, mas o CEO da Warner, de maneira totalmente IMBECIL, IDIOTA e BURRA, quis que o filme tivesse duas horas como limite máximo de tempo de tela. Só um mero executivo faria algo deste tipo, num filme do tamanho de um filme da Liga da Justiça e no contexto atual… Para mim, sem nenhuma explicação do porquê de tal decisão, este CEO é uma zebra!…¬¬  Já aproveito para pedir desculpas às zebras por isto…

 

 

Obrigado por nos acompanharem, assistam nossos projetos, leiam e comentem em nossas colunas. =)

 

E tudo isto…
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SZA 011 – Malcolm Young, Niver do Mestre PuPunho de Ferro(xD), Sorteio da Copa do Mundo, e Botafogo…

Minna-san, konnichi wa! Este post era para ter saído na semana passada, mas fiquei sem tempo em virtude da necessidade de se trabalhar mais do que o horário normal na empresa, a fim de alcançar alguns objetivos esperados pelas diretorias e também gerências dos projetos em andamento. Sendo assim, hoje estou merecidamente de folga, e aproveitando para finalmente trazer a SHINZENNA ALEATÓRIA 011!

 


Começo o post falando de Malcolm Young, um cara um tanto quanto desconhecido para mim, pois não ouvi ainda tanto de AC/DC como já deveria ter ouvido. O líder e criador da banda australiana AC/DC, ao lado irmão Angus Young, se tornou uma lenda do rock, assim como toda a banda, que emplacou diversos hits do gênero, sendo algumas de suas músicas mais famosas: Back in Black (pelos riffs mundialmente conhecidos criados por Malcolm), Highway to Hell, You Shook Me All Night Long e T.N.T..
Malcolm Young morreu há exatamente 1 mês, em 18/11/2017, deixando um legado absurdo para o mundo da música e do rock. Sabidamente, seria uma perda inestimável para o mundo do rock mais especificamente, que perde um de seus membros do Hall da Fama. O compositor e extraordinário guitarrista sofria de demência já havia alguns anos, tendo se afastado do AC/DC em 2014. Que ele continue a fazer boas composições lá do outro lado. Vá e descanse em paz, “Mal”!

 

E o Botafogo?…
Eu não gostaria de falar muito sobre o que aconteceu no fim de ano do meu time, mas tenho que dar uma pincelada rápida aqui, afinal nem tudo são flores nesta vida… Então, venho apenas citar que depois de um ano (até outubro) muito bom, o Botafogo foi melancólico nas últimas partidas do ano, se privando de novamente disputar a Libertadores do ano que vem, não conseguindo a tão almejada (pelo clube e torcedores) vaga no torneio pelo 2º ano consecutivo. Agora é esperar o ano que vem… e se contentar com a disputa da Copa Sul-Americana 2018.
O time que até então vinha jogando muito bem em seus domínios, começou a fazer partidas sofríveis e melancólicas, e de 12 pontos em casa, conseguiu apenas 1, jogando fora um ano muito bom até então no Campeonato Brasileiro Masculino de Futebol. E por isto, sim, infelizmente foi merecido que o time tenha ficado de fora da Libertadores 2018. Sorte à Chapecoense, que mesmo diante do acontecido no ano passado e de toda a dificuldade de 2017, conseguiu nos últimos minutos uma vaga para a fase “pré-grupos”. “Vamos vamos Chape!”

 

Em meio ao final do campeonato supracitado, tivemos o Sorteio da Copa do Mundo de Futebol Masculino, que ocorrerá no meio do ano que vem na Rússia.
O sorteio foi interessante para o Brasil, que NA TEORIA, deve sair em primeiro do grupo rumo ao “mata-mata”, mas ficou uma preocupação na projeção para as oitavas-de-final: a Alemanha. É claro e sabido que ninguém quer pegar a Alemanha numa fase como esta, com o risco de sair “prematuramente” da Copa, ainda mais se for uma outra seleção forte ou de tradição futebolística, ou do mesmo calibre como é a nossa. São 9 títulos mundiais, é muita coisa em jogo… O esperado é que ambas as seleções saiam como líderes de seus grupos e só se enfrentem numa possível final. Mas, imaginando que ambas se classifiquem às oitavas-de-final, se ambas saírem, uma como 1ª e a outra como 2ª colocada de seus respectivos grupos, Brasil e Alemanha se enfrentariam logo nas oitavas-de-final. Nenhuma das seleções quer este panorama, logicamente.


Mas, deixando esta preocupação de lado, assim como os sorteios de campeonatos e torneios mundo afora atualmente (em especial europeus e sul-americanos), acho que tem umas regrinhas muito chatas nos sorteios que não os deixam tão mais emocionantes como poderiam ser ou como já foram em outrora. Dizem que é para equilibrar as forças, mas quem é razoavelmente entendido de futebol, sabe que os sorteios (direcionados) servem apenas para facilitar as grandes seleções e clubes mais bem ranqueados a passarem de fase e estarem nas finais dos torneios, assim jogando inicialmente contra equipes que no papel são mais fracas. Alguns dão mais sorte que outros. O futebol (e a Costa Rica, como último notável exemplo) está aí para provar que o sorteio não decide tudo, decide apenas confrontos, e que no campo são 11 contra 11, mas acho estes sorteios todos muito injustos. Sorteios deveriam ser como Bingos, o número que sair é aquele e ponto e acabou. Não entendo porque a Europa com um monte de vagas, enquanto a África tem apenas 5, não pode ter 3 seleções no mesmo grupo, mas enfim… vamos em frente! o/

 

Aproveitando a folga de hoje, estou desde sábado na casa de 2 amigos num município um tanto quanto distante da capital fluminense, mas que de ônibus se chega em menos de duas horas, onde mora o “Mestre PuPunho de Ferro” (kkkkk), que não sabia de seu novo apelido até o momento (ou será que sabia? xD)… @Mestre PuPunho, agradeça ao Lucas por mais esta, os créditos dele aumentaram de novo, né? hahaha
“Mestre PuPunho de Ferro” fez niver no recente dia 12/12, e mais uma vez deixo aqui meus parabéns! Que sua vida seja regada de muita coisa boa (várias delas que não posso falar aqui, pois o horário não permite…kkkkk)!
Bem, além de dar os parabéns pessoalmente ao “Mestre PuPunho”, combinamos de assistir algumas coisinhas (séries, enquanto os animes curtos não voltam à minha agenda…). A 4ª e última temporada do “Stranhão” foi rapidamente assistida em 2 dias, e discussões a respeito do final (do que foi e do que poderia ter sido) foram muito interessantes. O final me decepcionou um pouquinho, mas nada que não superasse a nota 8 (mínima) que a série carregava desde o início. Comentei com o “Mestre PuPunho” que acho que o Guillermo Del Toro andou assistindo muito anime, porque não soube fazer um final à altura da série (que poderia ter sido bem melhor e muito mais épico), igualzinho acontece em vááááários animes que temos por aí… rsrs
E ainda ontem começamos “Deuses Estadunidenses”, e acabaremos hoje( /o/ ), se o irmão do Mestre PuPunho chegar a tempo de um trabalho de campo da faculdade… mas isto é assunto para outra Shinzenna…


Quem puder, assista esta série! E isto serve para você também, @Oyabun-sama! rsrs  Lembra daquela nossa conversa há algum tempo sobre Prison Break, Supernatural e outras séries? Mais uma vez te recomendo esta aqui, para quando você tiver um tempinho, logicamente…=)
Diante do costumeiro tamanho de séries estadunidenses, são apenas 46 episódios, fechada e finalizada, e só por isto já acho que vale muito a pena. Até o momento, virou uma das 5 melhores séries que já vi (incompleta e/ou finalizada). Quando apresentei a série ao meu amigo Lucas, ele ficou “xonadinho” e terminou-a antes de mim e dos meus amigos aqui, né @Rukasu-kun?…rs
Como diria a galera do TecSubs: “Lá vem o Stranhão… cheio de linguão… Vai te pegar, vai te pegar, vai te pegar…” kkkkkkkkkkkkk

 

 

Obrigado por nos acompanharem, assistam nossos projetos, leiam e comentem em nossas colunas. =)

 

E tudo isto…
Porque nem só de animes nós vivemos!
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CANTINHO DO SENNA 001 – SAKAMICHI NO APOLLON

Anime: Sakamichi no Apollon
Tipo: Série
Gêneros: Drama, Romance
Temas: Amadurecimento, Amizade, Música
Ano: 2012
Estúdios: Mappa / Tezuka Productions
Episódios: 12
Criação Original: Yuki Kodama (mangá)
Diretor: Shinichiro Watanabe
Música: Yoko Kanno
Character Design: Nobuteru Yuki
Diretor-Chefe de Animação: Yoshimitsu Yamashita
Tema de Abertura: “Sakamichi no Melody” por YUKI
Tema de Encerramento: “Altair” por Motohiro Hata

 

Hoje é um dia bem feliz para mim, pois depois de uma visita ao RJ do amigo Lucas_Otaku(Tracker MDAN), onde matamos um pouco da saudade (já fazia praticamente 5 anos que não nos víamos), o mês derradeiro deste ano começa… E neste 1º de dezembro de 2017, após TRÊS anos, DOIS meses e UM dia da criação desta coluna, e depois de um dia corrido, estafante e todos os deveres trabalhistas muito bem cumpridos, venho aqui DE FATO reestrear a coluna com o post 001.
Espero que compartilhem da minha alegria e curtam este post, assim como gostei de fazê-lo.

 

Bem, está aqui um prato obrigatório para quem gosta de Beck por exemplo, para quem gosta de música em geral, e por que não dizer para quem gosta de Cowboy Bebop também? Mas não apenas para este tipo de pessoa. Sakamichi no Apollon é um anime de vida cotidiana que tem (ou teria) a música como tema principal e a escola mais uma vez atuando como pano de fundo, além de ter comédia, romance e drama inseridos em sua história. A escola na verdade é um pano de fundo usado apenas para juntar os 3 principais personagens, depois disto ela é completamente esquecida no anime, e o que dá o ‘tom’ da história (desculpem o trocadilho, não resisti), é a música mesmo.

Sinopse: No início do verão de 1966, Kaoru sai de sua cidade costeira e se transfere para a escola secundária de uma cidade provincial de Nagasaki. Graças a sua família, que vive em um ciclo quase constante de mudança de cidades, Kaoru só conhece as escolas como lugares de difícil adaptação. No entanto, em seu primeiro dia na nova escola, ele encontra Sentarou, um valentão da turma, e toma um novo rumo na vida.

Eu achei que seria muito suspeito para falar sobre Sakamichi, pois adorei o anime de cara, especialmente porque logo no episódio 03 acontece uma situação em que eu exclamei em frente ao computador: “putz, até que enfim vi um anime em que algo do tipo aconteceu rápido!”. Fiquei muito mais animado com a história depois disto, também porque sabia que aquela situação teria seus desdobramentos, e que eu esperava fossem positivos… Mas acho que conseguirei ser imparcial ao falar do anime como um todo e explorar seus pontos fracos, que na verdade… na minha opinião é apenas 1.

A música de abertura é muito boa, tem um ritmo que começa um tanto quanto suave até que a batida acelera e com ela a sua empolgação te deixa se levar por toda a abertura. E olha que no começo, apesar de achá-la boa muito por causa da letra, eu não gostava muito da música, mas hoje vejo que ela me ganhou mesmo. É uma letra muito bem executada com a excelente melodia que a permeia e tem tudo a ver com o anime, rigorosamente tudo. E para dar nota 10 à abertura, o vídeo não fica para trás e se encaixa perfeitamente. Realmente, poucas aberturas de anime são tão perfeitas quanto a de Sakamichi.

Depois de ver o encerramento, não posso dizer que de fato gostei da música. O encerramento fica um pouco aquém da abertura, apesar da letra novamente retratar o anime em praticamente toda sua extensão. Se fosse apenas pelas letras de ambas, eu poderia dar nota 10 para o anime neste aspecto.

Fora isto ainda temos o adendo de, que sendo um anime que tem a música como um dos principais temas, um excelente profissional estar à frente da produção neste quesito. A música ficou a cargo da lenda Yoko Kanno, responsável pela notável trilha de Cowboy Bebop, além ainda dos seguintes animes: Escaflowne, Ghost in The Shell, Wolf’s Rain e Darker Than Black. E ainda de “lambuja”, na direção do anime temos Shinichiro Watanabe, a outra lenda, que formou dupla com Yoko Kanno no mesmo Cowboy Bebop. Sendo assim, podem esperar nada mais nada menos do que um excelente anime.

Voltando a falar mais especificamente do anime, no episódio 7, não sei o exato porquê, soltei umas lágrimas. Àquela altura, o anime estava ficando cada vez melhor, pela humanidade que cada personagem passava ao longo dos episódios. Eu me vi completamente no anime, nas mais variadas situações, e a emoção que o anime estava passando me surpreendeu muito positivamente. Não é exatamente isto o porquê de eu recomendar ou deixar de recomendar este anime, porque foi uma situação mais pessoal, mas as situações que os personagens vivenciam e passam ao telespectador são muito vivas, muito reais, e são empregadas de forma a nos vermos totalmente na tela, e isto de modo bem feito e não tão caricato, como as próprias situações pediram, faz com que Sakamichi seja um anime elencado entre os melhores, mesmo que sua proposta seja básica e seu objetivo seja tão clichê quanto diversos outros.

Acho que o final da história pecou para ele não ser um anime praticamente perfeito. Na minha visão o anime teria que concluir algo que não o faz, deixa um certo ponto sem uma boa conclusão, como em geral acontece com vários animes. Para algumas obras, eu acho que é válido, para Sakamichi achei que não foi. A história fica um pouco estranha após certo episódio e toma um rumo diferente do que parecia seguir ou do que em tese, na minha opinião, seria o mais coerente a se seguir. E o anime ainda deixou um pouco de lado um dos seus temas principais.
Apesar de seu final apenas razoável, ou que para muitos pode não ter sido tão ruim assim ou pode até ter sido realmente bom, Sakamichi no Apollon é um anime que realmente fez uma diferença na temporada em que passou. É uma obra que pode alcançar muito mais do que o público de slice of life, além ainda de ser um anime mais adulto (SNA é um josei).
Sendo ele um josei, é para se ficar mais curioso ainda, vide o fato de que todos os homens que conheço que viram, gostaram do anime. Se você ainda não viu, sugiro ver. =D

 

Músicas de abertura e encerramento: http://www.mp3.animaniaclub.com.br/download/mp3-anime/Sakamichi%20no%20Apollon/ (precisarão de login)
E aqui deixo um adendo bem particular e bem peculiar também. Estava caçando a OP de SNA no YouTube enquanto fazia este texto, só para ouvir a música sem precisar baixar nada e eis que me deparo com uma versão polonesa “fandubada” da música… Bem, se você gostou da versão original, talvez goste e talvez até se emocione com esta também, mas além da emoção de ouvir esta bela melodia, esta versão polonesa da OP de SNA, para mim, é ótima. Me surpreendi completamente com o fato de como a moça, além da voz boa, conseguiu adaptar esta música numa língua tão travada como o polonês (cheia de consoantes). É lógico que não ficou perfeita, peca um pouco no ritmo/métrica e eu não sei se a letra em polonês foi tão bem adaptada, mas isto é outra história… Para um fanmade, achei que ficou muito bom. Ouçam vocês mesmos e comentem aqui depois também: http://www.youtube.com/watch?v=nu1Ne6Ec2MM

 

Nota Técnica: 8,5
Nota Pessoal: 9
Fansub Recomendado e Sinopse: MDAN (mdan.org)

 

É isso, ~PYON! =D
E como disse a @Leili  há pouco, “Este dia foi louco! Mas no fim deu tudo certo. =D”
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